Processamento em tempo real, continuidade formalmente auditável e segmentação do ambiente de cartão — a infraestrutura de uma instituição financeira responde a exigências operacionais que um projeto de TI corporativo comum não cobre.
A Telequip dimensiona infraestrutura para operação contínua (incluindo sistemas como PIX), organiza a segmentação do ambiente de cartão e documenta continuidade de forma auditável — não uma adaptação de projeto de TI corporativo padrão.
Dizer que instituição financeira "precisa de alta disponibilidade e segurança" é verdade, mas incompleto — todo ambiente corporativo diria o mesmo. O que efetivamente diferencia a especificação de infraestrutura no setor financeiro são exigências operacionais concretas:
Sistemas como o PIX operam em regime contínuo, com liquidação em segundos — bem diferente da lógica de processamento em lote que ainda sustenta parte dos sistemas bancários tradicionais. Uma infraestrutura pensada só para batch não atende uma camada que precisa responder em tempo real, 24 horas por dia, todos os dias.
A Resolução CMN 4.893/2021 do Banco Central exige que instituições financeiras definam formalmente o prazo de reinício das atividades em caso de interrupção de serviços relevantes contratados. Na prática, o RTO/RPO não pode ser um número informal — precisa estar documentado e ser auditável.
Sistemas que armazenam, processam ou transmitem dados de cartão de pagamento normalmente exigem isolamento de rede específico, separado do restante da infraestrutura corporativa. Misturar esse ambiente com a rede administrativa amplia desnecessariamente o escopo de conformidade e o risco.
Além da proteção geral exigida pela LGPD, dados financeiros carregam a camada adicional do sigilo bancário — o que exige controle de acesso e trilha de auditoria ainda mais rigorosos do que em um projeto de TI corporativo comum.
Nossa atuação cobre as etapas que definem se o ambiente financeiro vai sustentar auditorias e operação contínua — não só a entrega dos equipamentos.
Cada organização possui necessidades específicas, mas algumas tecnologias costumam fazer parte da maioria dos projetos do setor financeiro.
Infraestrutura dimensionada para operações contínuas, incluindo sistemas de pagamento instantâneo, com latência e disponibilidade compatíveis com liquidação em segundos.
Backup e Disaster Recovery com RTO/RPO formalmente definidos, preparados para sustentar due diligence e comunicação de incidentes conforme a regulação do Banco Central.
Isolamento de rede para sistemas que processam dados de pagamento, separado do restante da infraestrutura corporativa, com controles de acesso e monitoramento próprios.
Consolidação de processamento, armazenamento e virtualização, simplificando a administração sem comprometer a segmentação exigida entre ambientes críticos.
Ambientes virtualizados que aumentam a flexibilidade operacional, respeitando os requisitos de isolamento entre sistemas de diferentes níveis de criticidade.
Capacidade computacional para aplicações como prevenção a fraudes e análise de dados, que vêm crescendo em volume e criticidade no setor financeiro.
Fale com a Telequip antes do planejamento da arquitetura — o assessment inicial não tem custo.
Cada projeto é desenvolvido considerando os objetivos estratégicos da organização, a infraestrutura existente e os requisitos operacionais e regulatórios do ambiente.
Mapeamos sistemas em tempo real, sistemas em lote e os requisitos regulatórios aplicáveis ao ambiente da instituição.
Definimos segmentação do ambiente de cartão, continuidade documentada e capacidade para processamento contínuo.
Executamos o projeto buscando reduzir o impacto sobre operações que não podem parar.
Testamos o ambiente, incluindo cenários de failover, antes da entrada em produção.
Orientamos a equipe técnica da instituição para operação e evolução do ambiente.
Alguns sinais indicam que a infraestrutura atual pode não estar acompanhando as exigências operacionais e regulatórias do seu ambiente financeiro:
O risco real no setor financeiro não é só o sistema cair — é o RTO informal não resistir a uma auditoria do Banco Central, ou o ambiente de cartão estar exposto por falta de segmentação própria.
A Resolução CMN 4.893/2021 exige que o prazo de reinício de serviços contratados esteja formalmente definido. Uma infraestrutura bem especificada sustenta essa exigência com documentação técnica real, não apenas uma meta informal.
Isolar a rede que processa dados de pagamento do restante da infraestrutura corporativa reduz o escopo de conformidade, o risco de exposição e simplifica auditorias.
Sistemas como o PIX exigem operação contínua com latência baixa — uma infraestrutura dimensionada para esse perfil evita indisponibilidades em horários de pico e mantém os serviços estáveis.
O controle de acesso e o log de auditoria em dados financeiros precisam ir além do padrão LGPD comum. Uma arquitetura planejada para o setor financeiro inclui esses controles desde o projeto.
Prevenção a fraudes, análise de crédito e automação de processos vêm exigindo mais capacidade computacional. Uma infraestrutura moderna suporta essa evolução sem comprometer a segmentação do ambiente crítico.
Bancos, cooperativas de crédito, fintechs, seguradoras, administradoras de pagamento, instituições de investimento, financeiras e demais organizações do mercado de capitais — cada projeto avaliado conforme o porte e a complexidade regulatória da instituição.
Se a instituição opera sistemas de pagamento em tempo real, sim — a lógica de disponibilidade e latência é diferente de sistemas que ainda processam em lote, e isso precisa ser refletido no dimensionamento da infraestrutura.
Ela exige que o prazo de reinício de serviços contratados (processamento, armazenamento, nuvem) esteja formalmente definido e que incidentes relevantes sejam comunicados ao Banco Central — o que significa que o RTO/RPO precisa ser documentado e auditável, não apenas uma meta informal.
Isolamos a rede que processa, armazena ou transmite dados de pagamento do restante da infraestrutura corporativa, com controles de acesso próprios — reduzindo o escopo de conformidade e o risco de exposição.
Sim, é uma camada adicional de proteção sobre os dados financeiros, que exige controle de acesso e trilha de auditoria ainda mais rigorosos do que os já exigidos pela LGPD.
Sim. O planejamento inclui testes de failover antes da entrada em produção, justamente para reduzir esse risco em sistemas que não podem parar.
Fale com a Telequip e descubra como podemos ajudar sua instituição a construir um ambiente confiável, seguro e preparado para crescer.