Soluções em Saúde

Infraestrutura de TI para Hospitais

Prontuário eletrônico certificado, PACS de imagem, dispositivos médicos conectados e operação 24x7 — a infraestrutura de um hospital tem exigências que não aparecem em um projeto corporativo genérico.

Dizer que hospital "precisa de alta disponibilidade" é verdade, mas genérico. O que diferencia a especificação de infraestrutura hospitalar são exigências técnicas concretas: storage em camadas para PACS/DICOM, infraestrutura compatível com a certificação SBIS/CFM, tratamento de dado sensível pela LGPD e segmentação de rede para dispositivos médicos conectados.

A Telequip participa da especificação com essas exigências específicas em mente, não como uma adaptação de um projeto corporativo padrão.

  • 30 anos de atuação em TI
  • Experiência em TI hospitalar
  • PACS, prontuário e segmentação de rede
  • Assessment inicial sem custo

O que realmente muda em um ambiente hospitalar

Estas são as exigências técnicas concretas que diferenciam a especificação de infraestrutura hospitalar de um projeto corporativo genérico.

Imagem médica (PACS/DICOM)

Exames de imagem geram arquivos DICOM que podem chegar a centenas de megabytes cada, com perfil de acesso muito específico: leitura intensa e urgente pelo radiologista no laudo, seguida de longa retenção legal. Isso exige storage em camadas — tier rápido para exames recentes e arquivamento de longo prazo para o histórico —, não apenas "mais storage".

Certificação SBIS/CFM do prontuário

Sistemas de prontuário eletrônico (S-RES) podem ser certificados pela SBIS nos níveis NGS1 (obrigatório) e NGS2 (dispensa o papel, exige assinatura digital em ICP-Brasil). A certificação é do software, não da infraestrutura — mas o ambiente por trás precisa sustentar trilha de auditoria íntegra, alta disponibilidade da assinatura digital e backup com retenção compatível com a exigência legal dos registros clínicos.

LGPD e dado de saúde

Dados de saúde são tratados pela LGPD como categoria sensível, com exigências de proteção mais rígidas que dados corporativos comuns — refletindo em controle de acesso, criptografia e segmentação de rede mais criteriosos do que em um projeto de TI genérico.

Dispositivos médicos conectados

Monitores, bombas de infusão e demais equipamentos conectados precisam de segmentação própria (VLANs dedicadas), separados do tráfego administrativo, para reduzir superfície de ataque e evitar que uma falha de rede administrativa afete um equipamento assistencial.

Soluções de infraestrutura para hospitais

Cada projeto é avaliado conforme o porte e a complexidade assistencial da instituição.

Storage em camadas para PACS

Dimensionamento de storage rápido para exames recentes e arquivamento de longo prazo para o histórico de imagens, equilibrando desempenho no laudo e custo de retenção.

Data Center e alta disponibilidade clínica

Infraestrutura redundante para sistemas que não podem parar durante o atendimento — prontuário eletrônico, sistemas de laboratório e plataformas de gestão hospitalar.

Backup com retenção alinhada à exigência legal

Estratégias de backup e recuperação dimensionadas para o tempo de retenção exigido para registros clínicos, não apenas para a política de backup padrão de uma empresa.

Hiperconvergência

Consolidação de processamento, armazenamento e virtualização para simplificar a administração de múltiplos sistemas clínicos e administrativos.

Redes segmentadas para dispositivos médicos

Segmentação de rede dedicada para equipamentos conectados (monitores, bombas de infusão, dispositivos de UTI), isolando o tráfego assistencial do administrativo.

Infraestrutura para Inteligência Artificial

Capacidade computacional para apoio ao diagnóstico por imagem, triagem e análise preditiva — aplicações que crescem em radiologia e gestão hospitalar.

Especifique a infraestrutura do seu hospital com quem conhece as exigências reais

PACS, prontuário certificado, dispositivos conectados e retenção legal — conte com a Telequip para dimensionar cada componente corretamente antes de qualquer proposta ser fechada.

Quando considerar esse projeto agora

Estes são os gatilhos mais comuns que levam hospitais a iniciar um projeto de revisão ou modernização da infraestrutura de TI.

  • Storage de PACS chegando ao limite, com laudos mais lentos por falta de desempenho no tier de imagens recentes
  • Migração para prontuário eletrônico certificado NGS2, exigindo infraestrutura de assinatura digital e auditoria compatível
  • Equipamentos médicos conectados na mesma rede administrativa, sem segmentação
  • RPO atual incompatível com a criticidade real dos sistemas assistenciais
  • Expansão de telemedicina exigindo mais capacidade de rede e processamento

Onde a Telequip entra no projeto

Nossa equipe participa desde a especificação até a implantação, considerando as exigências específicas do ambiente hospitalar em cada etapa.

  • Levantamento do volume e perfil de acesso das imagens médicas (PACS/DICOM) para dimensionar o storage em camadas
  • Avaliação da infraestrutura necessária para sustentar prontuário eletrônico certificado (NGS1/NGS2)
  • Definição de RPO/RTO por criticidade — sistemas assistenciais exigem janela de recuperação muito menor que sistemas administrativos
  • Segmentação de rede para equipamentos médicos conectados
  • Planejamento de implantação com menor impacto possível sobre a operação contínua do hospital

Como desenvolvemos o projeto

Cada projeto é desenvolvido considerando a realidade operacional da instituição e o menor impacto possível sobre o atendimento em andamento.

1. Assessment

Mapeamos o ambiente atual, incluindo volume de imagens, sistemas clínicos em uso e requisitos de rede para dispositivos conectados.

2. Planejamento da arquitetura

Definimos storage em camadas, redundância e segmentação de rede conforme a criticidade de cada sistema.

3. Implantação

Executamos o projeto com planejamento para reduzir impacto sobre o atendimento em andamento.

4. Validação

Testamos o ambiente antes de colocá-lo em produção, incluindo cenários de failover.

5. Transferência de conhecimento

Orientamos a equipe técnica do hospital para operação e evolução do ambiente.

Por que um hospital não deveria tratar isso como um projeto de TI genérico

O risco real em ambiente hospitalar não é apenas "o sistema cair" — é o sistema cair durante um atendimento, ou um laudo de imagem demorar porque o storage não foi dimensionado para o volume real de exames, ou um equipamento médico ficar exposto por falta de segmentação de rede.

Como parceira com experiência nesse segmento, a Telequip participa da especificação com essas exigências específicas em mente — não como uma adaptação de um projeto corporativo padrão.

Hospitais que atendemos

Cada projeto é avaliado conforme o porte e a complexidade assistencial da instituição.

Hospitais públicos
Hospitais privados
Hospitais universitários
Clínicas de alta complexidade
Centros de diagnóstico por imagem
Maternidades
Redes hospitalares
Instituições filantrópicas de saúde

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre projetos de infraestrutura de TI para hospitais.

Como vocês dimensionam o storage de PACS?

Levantamos o volume de exames gerados por mês e o tempo de retenção exigido, definindo um tier rápido para imagens recentes e um tier de arquivamento para o histórico — em vez de um único storage genérico para tudo.

A Telequip certifica o prontuário eletrônico em NGS2?

Não — a certificação SBIS/CFM é do software (S-RES) e feita pelo próprio fabricante do sistema. Nosso papel é garantir que a infraestrutura (auditoria, backup, disponibilidade da assinatura digital) sustente o que essa certificação exige.

É possível segmentar a rede de equipamentos médicos em um hospital já em operação?

Sim, é um projeto comum de expansão — segmentamos o tráfego assistencial do administrativo sem necessidade de substituir toda a infraestrutura existente.

Dados de saúde exigem tratamento diferente por causa da LGPD?

Sim. A LGPD trata dado de saúde como categoria sensível, o que se traduz em controle de acesso, criptografia e segmentação mais rígidos na infraestrutura.

A implantação pode ocorrer sem interromper o atendimento?

Sim, elaboramos um planejamento detalhado de transição, com testes de failover antes da entrada em produção, justamente para reduzir esse risco.

Fale com nossos especialistas em TI hospitalar

Cada hospital tem um perfil técnico diferente. Entre em contato para discutirmos as exigências específicas do seu ambiente — PACS, prontuário, dispositivos conectados e continuidade operacional.