Prontuário eletrônico certificado, PACS de imagem, dispositivos médicos conectados e operação 24x7 — a infraestrutura de um hospital tem exigências que não aparecem em um projeto corporativo genérico.
Dizer que hospital "precisa de alta disponibilidade" é verdade, mas genérico. O que diferencia a especificação de infraestrutura hospitalar são exigências técnicas concretas: storage em camadas para PACS/DICOM, infraestrutura compatível com a certificação SBIS/CFM, tratamento de dado sensível pela LGPD e segmentação de rede para dispositivos médicos conectados.
A Telequip participa da especificação com essas exigências específicas em mente, não como uma adaptação de um projeto corporativo padrão.
Estas são as exigências técnicas concretas que diferenciam a especificação de infraestrutura hospitalar de um projeto corporativo genérico.
Exames de imagem geram arquivos DICOM que podem chegar a centenas de megabytes cada, com perfil de acesso muito específico: leitura intensa e urgente pelo radiologista no laudo, seguida de longa retenção legal. Isso exige storage em camadas — tier rápido para exames recentes e arquivamento de longo prazo para o histórico —, não apenas "mais storage".
Sistemas de prontuário eletrônico (S-RES) podem ser certificados pela SBIS nos níveis NGS1 (obrigatório) e NGS2 (dispensa o papel, exige assinatura digital em ICP-Brasil). A certificação é do software, não da infraestrutura — mas o ambiente por trás precisa sustentar trilha de auditoria íntegra, alta disponibilidade da assinatura digital e backup com retenção compatível com a exigência legal dos registros clínicos.
Dados de saúde são tratados pela LGPD como categoria sensível, com exigências de proteção mais rígidas que dados corporativos comuns — refletindo em controle de acesso, criptografia e segmentação de rede mais criteriosos do que em um projeto de TI genérico.
Monitores, bombas de infusão e demais equipamentos conectados precisam de segmentação própria (VLANs dedicadas), separados do tráfego administrativo, para reduzir superfície de ataque e evitar que uma falha de rede administrativa afete um equipamento assistencial.
Cada projeto é avaliado conforme o porte e a complexidade assistencial da instituição.
Dimensionamento de storage rápido para exames recentes e arquivamento de longo prazo para o histórico de imagens, equilibrando desempenho no laudo e custo de retenção.
Infraestrutura redundante para sistemas que não podem parar durante o atendimento — prontuário eletrônico, sistemas de laboratório e plataformas de gestão hospitalar.
Estratégias de backup e recuperação dimensionadas para o tempo de retenção exigido para registros clínicos, não apenas para a política de backup padrão de uma empresa.
Consolidação de processamento, armazenamento e virtualização para simplificar a administração de múltiplos sistemas clínicos e administrativos.
Segmentação de rede dedicada para equipamentos conectados (monitores, bombas de infusão, dispositivos de UTI), isolando o tráfego assistencial do administrativo.
Capacidade computacional para apoio ao diagnóstico por imagem, triagem e análise preditiva — aplicações que crescem em radiologia e gestão hospitalar.
PACS, prontuário certificado, dispositivos conectados e retenção legal — conte com a Telequip para dimensionar cada componente corretamente antes de qualquer proposta ser fechada.
Estes são os gatilhos mais comuns que levam hospitais a iniciar um projeto de revisão ou modernização da infraestrutura de TI.
Nossa equipe participa desde a especificação até a implantação, considerando as exigências específicas do ambiente hospitalar em cada etapa.
Cada projeto é desenvolvido considerando a realidade operacional da instituição e o menor impacto possível sobre o atendimento em andamento.
Mapeamos o ambiente atual, incluindo volume de imagens, sistemas clínicos em uso e requisitos de rede para dispositivos conectados.
Definimos storage em camadas, redundância e segmentação de rede conforme a criticidade de cada sistema.
Executamos o projeto com planejamento para reduzir impacto sobre o atendimento em andamento.
Testamos o ambiente antes de colocá-lo em produção, incluindo cenários de failover.
Orientamos a equipe técnica do hospital para operação e evolução do ambiente.
O risco real em ambiente hospitalar não é apenas "o sistema cair" — é o sistema cair durante um atendimento, ou um laudo de imagem demorar porque o storage não foi dimensionado para o volume real de exames, ou um equipamento médico ficar exposto por falta de segmentação de rede.
Como parceira com experiência nesse segmento, a Telequip participa da especificação com essas exigências específicas em mente — não como uma adaptação de um projeto corporativo padrão.
Cada projeto é avaliado conforme o porte e a complexidade assistencial da instituição.
Dúvidas comuns sobre projetos de infraestrutura de TI para hospitais.
Levantamos o volume de exames gerados por mês e o tempo de retenção exigido, definindo um tier rápido para imagens recentes e um tier de arquivamento para o histórico — em vez de um único storage genérico para tudo.
Não — a certificação SBIS/CFM é do software (S-RES) e feita pelo próprio fabricante do sistema. Nosso papel é garantir que a infraestrutura (auditoria, backup, disponibilidade da assinatura digital) sustente o que essa certificação exige.
Sim, é um projeto comum de expansão — segmentamos o tráfego assistencial do administrativo sem necessidade de substituir toda a infraestrutura existente.
Sim. A LGPD trata dado de saúde como categoria sensível, o que se traduz em controle de acesso, criptografia e segmentação mais rígidos na infraestrutura.
Sim, elaboramos um planejamento detalhado de transição, com testes de failover antes da entrada em produção, justamente para reduzir esse risco.
Cada hospital tem um perfil técnico diferente. Entre em contato para discutirmos as exigências específicas do seu ambiente — PACS, prontuário, dispositivos conectados e continuidade operacional.